Jun 29 2007

Mouse Óptico Logitech MX518

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Uncategorized

Chegou! Estava em falta na Submarino há semanas. Eu estava só no aguardo para escrever um mini-review sobre este excelente mouse.

Se você está procurando um presente para alguém que é da área de informática, adora jogos de computadores ou trabalha constantemente com um computador, garanto que este é um ótimo produto.

O mouse óptico Logitech MX518 foi especialmente modelado para os gamers. Porém, eu estou longe de fazer parte desta categoria e tenho um modelo muito semelhante, o MX510, que tem o mesmo design. Simplesmente fantástico.

Ele possui 8 botões que são configuráveis através de um software que acompanha o produto. Além disso, também tem o tradicional scrool, que é muito útil na navegação em websites.

Os dois botões mais à esquerda também são utilizados com freqüência ao navegar na internet. Eles realizam as funções de voltar e avançar do browser. Isso evita um movimento desnecessário até estes botões no seu navegador. Basta clicar, sem sair do lugar.

Mouse óptico Logitech MX518
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Informações técnicas sobre o produto:

  • Fabricante: Logitech
  • Modelo: MX518
  • Peso: 0,040 kg
  • Sensor de 1.600dpi

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Jun 28 2007

Livros sobre Delphi 5, 6 e 7

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Uncategorized

O Delphi não morreu. Só está entrando em fase de redução de profissionais capacitados. Sabe o que isto significa? Quem conhecer muito bem a ferramenta estará com o futuro garantido (leia-se: ganhará um ótimo salário).

Essa tendência de pagar muito bem os profissionais que dominam uma tecnologia mais antiga não é de hoje. Veja os programadores Cobol, por exemplo. Estão rindo a toa.

Com base nisso, preparei um material excelente sobre as versões 5, 6 e 7 do Delphi. Estas três versões são as mais utilizadas em sistemas legados e, conseqüentemente, precisam de profissionais capacitados. Ou você acha que só por que lançaram o .NET, Java, etc todos vão reescrever seus ERPs e demais aplicações?

Veja abaixo a lista de livros sobre Delphi que eu recomendo (por ordem crescente de versão):

Aprenda Rápido: Delphi 5 Novos Recursos (voltar para o topo da lista)

Este livro, escrito por Gladstone Matos e Fábio Camara, apresenta as principais mudanças incorporadas ao Delphi 5. Dentre os assuntos abordados, destacam-se os seguintes:

  • Reutilização de código com o componente Frame;
  • Tradução do sistema para outros idiomas;
  • Acesso ao banco de dados utilizando ADO;
  • Componentes que facilitam a uso da tecnologia COM;
  • Componentes específicos para trabalhar com o Interbase.

Livro Aprenda Rápido: Delphi 5 Novos Recursos
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Conhecendo o Delphi 6 (voltar para o topo da lista)

Fábio Camara, novamente, autor de uma excelente obra. Neste livro ele apresenta o Delphi como uma ferramenta de programação. Mostra alguns conceitos básicos de orientação a objetos e também da linguagem Object Pascal.

Livro Conhecendo o Delphi 6
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Delphi 6: Passo a passo Lite (voltar para o topo da lista)

Este livro apresenta o ambiente de trabalho do Delphi 6 e a linguagem Object Pascal. Traz diversas informações também sobre sistemas orientados a eventos e objetos.

Além disso, cobre os seguintes tópicos:

  • Criação de componentes;
  • Conceitos de bancos de dados;
  • Conhecendo a BDE;
  • Geração de relatório;
  • Criação de instaladores com o InstallShield Express.

Livro Delphi 6: passo a passo lite
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Firebird e Delphi 6: guia do desenvolvedor (voltar para o topo da lista)

Ivan José de Mecenas Silva, autor desta obra, dividiu o livro em duas partes: a primeira sobre o banco de dados Firebird e a segunda sobre aplicações em Delphi que acessam este banco. Ele vai direto ao ponto: apresenta exemplos reais de como utilizar estas duas tecnologias.

Livro Firebird e Delphi 6: Guia do Desenvolvedor
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Desenvolvendo aplicações em Delphi 6 (voltar para o topo da lista)

Este livro é uma obra completa sobre o Delphi 6. Paul Kimmel descreve como utilizar as ferramentas WebBroker e Midas, criar componentes, desenvolver orientado a objetos e também disponibilizar alguns exemplos de aplicações WAP.

Livro Desenvolvendo Aplicações em Delphi 6
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Estudo dirigido: Delphi 7 (voltar para o topo da lista)

Por José Augusto Navarro Garcia Manzano e Sandro Santa Vicca Mendes. Este livro é destinado aos usuários iniciantes do Delphi. Alguns temas abordados pelo livro são: programação seqüencial, tomadas de decisão, laços, estruturas, orientação a objetos, etc.

Livro Estudo dirigido: Delphi 7
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Dominando o Delphi 7: a bíblia (voltar para o topo da lista)

Se você já conhece o Marco Cantù então nem preciso apresentar o livro. Simplesmente uma obra completa, rica em detalhes e muito fácil de ser compreendida.

Livro Dominando o Delphi 7: a Bíblia
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Delphi 7: Passo a passo lite (voltar para o topo da lista)

Conheça através deste livro a nova interface do Delphi 7, conceitos e técnicas para trabalhar com banco de dados, instruções SQL e aprenda a construir sistemas orientados a objetos. Por Marcos Jorge.

Livro Delphi 7: Passo a Passo Lite
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Jun 28 2007

Delphi: rodando um executável como um Serviço do Windows

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Delphi

[Update 04/07/2007] Se você pretende criar uma aplicação para rodar como serviço e sabe que ela precisará de uma interface gráfica para entrada de dados, a melhor solução é criar o serviço em um projeto e a GUI em outro (dois executáveis).

Desta forma, você deverá estabelecer algum meio de comunicação entre a GUI e o serviço. Para isto, poderá usar sockets, objetos distribuídos (acho que não compensa), named pipes ou qualquer outro recurso de compartilhamento de memória entre processos.

Estas foram as conclusões que eu e outro colega de trabalho chegamos após diversos testes com um serviço que precisava de uma interface para administrá-lo. [Fim do update]

Os serviços do windows são uma boa solução quando você precisa executar alguma tarefa antes do login de qualquer usuário no sistema.

Na empresa onde trabalho atualmente, utilizamos esta tecnologia em um servidor que gerencia o acesso dos usuários ao sistema.

Neste post apresento como criar um serviço a partir de uma aplicação pronta. Além disso, também vou descrever alguns detalhes que só a experiência em trabalhar com esta tecnologia pode trazer à tona.

Os exemplos foram criados com base no Delphi 6 e utilizando o Windows XP.

- Criando o serviço

Antes de tudo, é claro, você deve ter uma aplicação normal para transformá-la em um serviço. Com ela aberta no Delphi, vá até o menu File / New / Other e escolha o item Service. Veja:

Delphi - Criando um novo serviço

Com o serviço criado (eu chamei de srvServidor) você deve fazer as seguintes alterações:

Projeto (dpr): o uses Forms deve ser removido e o SvcMgr adicionado. Além disso, o único objeto que deve ser criado na inicialização é o serviço. Veja:

Criação do serviço no dpr

Implementar o método Execute: o serviço possui um método chamado Execute. É nele que você deverá criar a tela principal da sua aplicação. Veja:

Método Execute do Serviço

Ignore por enquanto a inicialização do COM (método CoInitialize) . Ela será explicada mais adiante.

Instalar o serviço: a instalação de um serviço no windows é feita executando a aplicação com o parâmetro /INSTALL. A desinstalação é feita com o /UNINSTALL. Veja um exemplo:

Instalação de um serviço

- Adaptando o executável para rodar como um serviço

Existem diversas alterações que você deve fazer para rodar sua aplicação como um serviço. Abaixo segue uma lista das mais comuns.

Objeto TService

A primeira alteração deve ser feita no objeto TService criado anteriormente. Você precisa definir as seguintes propriedades:

  • DisplayName: nome que aparecerá na lista de serviços;
  • Interactive: define se o serviço poderá se comunicar com o Desktop ou não. Para mostrar um form ou até mesmo uma simples mensagem (ShowMessage, por exemplo), esta propriedade deve estar definida como true.

Inicialização do COM

Se a sua aplicação utiliza algum objeto COM, você deverá inicializar o suporte ao COM com o método CoInitialize. Isto pode ser visto no método Execute apresentado acima.

Sem esta alteração, provavelmente você receberá uma mensagem do tipo “CoInitialize has not been called” ao rodar o serviço.

Método GetCurrentDir

O método GetCurrentDir quando utilizado em um serviço retorna sempre c:\windows\System32. Eu não achei em lugar algum documentação que explicasse este comportamento.

Para contornar este problema, utilizei o ParamStr(0) juntamente com ExtractFilePath.

OnMouseLeave

Se você utiliza este evento em Labels (talvez em outros componentes também), terá que esquecê-lo. Em todos os testes que fiz o OnMouseLeave não foi executado. Logo, deixei de usá-lo.

FormStyle

O form principal de uma aplicação normalmente é do tipo fsMDIForm. Em um serviço você deverá alterar esta propriedade para fsNormal.

Nos testes que fiz, ao utilizar o tipo fsMDIForm não foi possível modificar a propriedade Visible de alguns frames.

É isso ae.

Até +.

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Jun 16 2007

O Vitor ficou doido… Ou será que os doidos somos nós?

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Cotidiano, Tecnologia

Vitor Fernando Pamplona é um acadêmico de ciências da computação com bacharelado na Universidade Regional de Blumenau (FURB) e atualmente cursando o mestrado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Recentemente ele teve uma série de surtos.

Descobriu que Java não é a solução para todos os problemas. Passou a encarar o paradigma de orientação a objetos (OO) como uma opção e não mais uma obrigação. Entendeu que bons programas são desenvolvidos por bons programadores e não por boas ferramentas e/ou linguagens. Enfim, Vitor é uma metamorfose ambulante (definição atribuída por ele mesmo).

Pronto. Se você não conhecia o Vitor, agora já pode ter uma idéia de quem é o cara.

Agora sim, o meu post…

Depois que li o post Escolhas e Valores que o Vitor publicou recentemente, resolvi sintetizar as idéias dele e dos participantes (nos comentários) para ver se cai a ficha de mais alguém.

Ontem mesmo, aqui no meu blog eu postei um comentário que diz o seguinte:

(…) gostaria muito de ter um sistema utópico como todo javeiro sonha que tem. Aquele modelo de classes altamente atualizado, com baixo acoplamento, componentizado como manda o figurino e, o melhor de tudo, com um desempenho excelente.

Entende-se por Utopia a concepção de um estado perfeito. O Vitor atacou exatamente este ponto: tem muita gente achando que está resolvendo problemas e encontrando a melhor solução quando, na realidade, está criando outros mais complexos para serem resolvidos.

Por quê? Simplesmente por não abrir mão de um paradigma (seja ele OO ou procedural) ou uma técnica que os outros julgam mais apropriada.

Extraí do post do Vitor e dos comentários os trechos abaixo e acredito que você encontrará um certo sentido em todos eles:

(…) usar OO ou procedural, não faz diferença, quem faz a diferença são os teus programadores, se eles sabem distribuir o código ou não. (…) (Vitor, no post)

(…) novas tecnologias trazem novos problemas, já que como elas permitem mais coisas, os requisitos são sempre mais complexos (o que antes era só ‘deve funcionar’, agora deve atender a centenas de usuários simultâneos, seguro, distribuído, ser bonito, usável, acessível, performático e se possível, cheiroso). (…) (Tetsuo, primeiro comentário)

(…) neste momento eu considero que Java traz muito mais problemas do que soluções para a maioria das aplicações (exceto talvez as gigantescas). Talvez não traga mais problemas, mas os torna mais complexos de serem resolvidos. Sendo assim, fico com os mesmos problemas, mas com uma linguagem que me ajude a resolvê-los. (…) (Vitor, segundo comentário)

(…) Hoje em dia, qualquer desenvolvedor tem que se preocupar com muito mais coisas do que precisava a alguns anos atrás (…) . (Tetsuo, terceiro comentário)

(…) O que quero dizer é, tecnologias não são melhores ou piores simplesmente. Elas podem ser melhores ou piores em um determinado contexto, que envolve vários pontos, como objetivos, limitações, capacidade da equipe, etc. (…) (Tetsuo, terceiro comentário)

Se você analisar atentamente os comentários do Tetsuo e o post do Vitor, verá que ambos dizem praticamente a mesma coisa. A tecnologia existe. Está aí para resolver diversos problemas. Porém, cada caso é um caso e não existe generalização. A solução aplicada aqui pode não ser válida lá.

Então pare de tentar enfiar um quadrado em um buraco em forma de círculo. Não tente encontrar respostas onde só existem perguntas. Use a tecnologia ideal conforme a situação.

Nossa ciência realmente não é exata. :)

Até +.

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Jun 16 2007

Pen Drives - 128MB até 2GB

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Uncategorized

Estes dispositivos, às vezes quase minúsculos, já viraram moda entre os aficionados por tecnologias, grupos de alunos ou qualquer outra pessoa que mantém contato com um computador.

Se você conhece alguém que ainda usa CD, DVD ou até mesmo disquete para transportar arquivos, este é o presente ideal.

Os pen drives estão disponíveis em diversos tamanhos, cores e modelos. Como são dispositivos simples e todos possuem praticamente as mesmas características e funcionalidades, a escolha se resume a dois fatores: capacidade de armazenamento e custo.

Não vou informar valores aqui, pois eles podem variar com o tempo. Porém, os dispositivos que estão listados abaixo são os mais baratos que encontrei na Submarino até a data de hoje. Além disso, todos suportam entradas USB 2.0, que é a mais comum no mercado.

Pen drives com 128MB, 256MB e 512MB de armazenamento

Apesar da modesta capacidade de armazenamento destes pen drives, eles são muito úteis no dia-a-dia de acadêmicos e estudantes em geral, profissionais de diversas áreas, etc. A única classe que eu deixaria de fora seria a dos envolvidos com tecnologia. Para estes, a demanda por espaço é maior, portanto veja os pen drives de 1GB e 2GB, logo abaixo.

Na empresa onde trabalho existe uma série deles espalhados por todos os cantos. É só gritar por um que já começam a chover na mesa. Eu diria que este é o tipo de dispositivo que você deve ter tanto quanto tem CDs e DVDs. É claro que não na mesma quantidade, mas ao menos um para cada computador é essencial.

Veja abaixo os modelos com 128MB, 256MB e 512MB, respectivamente:

Pen Drive Dane-Elec com 128MB
Pen Drive Dane-Elec com 128MB
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Pen Drive Extralife com 256MB e leitor de cartão de memória
Pen Drive Extralife com 256MB e leitor de cartão de memória
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Pen Drive Dane-Elec com 512MB
Pen Drive Dane-Elec com 512MB
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Pen drives com 1GB e 2GB de armazenamento

Estes são os modelos ideais para quem está envolvido com tecnologia até o pescoço. Normalmente este perfil de pessoa precisa de muita capacidade de armazenamento para transportar arquivos de um computador até outro.

Quem possui um desses, certamente já não usa há muito tempo CDs e muito menos disquetes para transferência de dados.

Veja alguns modelos:

Pen Drive PQI com 1GB
Pen Drive PQI com 1GB
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Pen Drive Dane-Elec com 2GB
Pen Drive Dane-Elec com 2GB
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É isso ae.

Não deixe de conhecer também as minhas sugestões sobre os mp3 players da Sony.

Até +

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Jun 15 2007

Implementando um cache de dados simples em Delphi

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Delphi

Evitar ao máximo consultas com o banco de dados pode ser uma excelente forma de aumentar a performance da aplicação.

Grande parte dos softwares desenvolvidos hoje em dia adotam a arquitetura cliente/servidor. Isto significa que uma requisição do cliente implica em uma viagem de ida e volta até o servidor (round trip). Na pior das hipóteses, isto se traduz em um novo Open na conexão com o banco de dados, uma nova autenticação e um número infinito de controles e verificações relacionadas ao protocolo em questão, requisitos de segurança, etc, etc, etc.

Resumidamente, quando for possível evitar o acesso remoto para obter alguma informação, não deixe para depois.

O exemplo que segue abaixo implementa um cache de dados simples utilizando um objeto da classe TStringList do Delphi. Eu uso muito esta técnica em relatórios onde, por exemplo, preciso retornar uma série de informações sobre uma lista de registros mas não posso fazer isto diretamente na query enviada ao banco (seja por questões técnicas, pois utilizamos o MySQL 3.x, ou de legibilidade).

Tipo TObj utilizado no Cache
Tipo TObj utilizado na implementação do cache

Função que implementa um cache de valores em Delphi
Função que implementa o uso do cache

Esta função funciona da seguinte maneira:

  1. Recebe o código de um produto qualquer para retornar o seu valor cadastrado na base;
  2. Verifica se este valor já foi retornado anteriormente. Se foi, não há motivos para buscar do banco, então retorna da lista que está armazenada localmente;
  3. Se ainda não foi retornado, então busca do banco e armazena no cache.

Claro que esta abordagem é inviável para determinadas situações. Você não pode generalizar e usar este cache para todas os casos, pois imagine que você tenha localmente todos os valores dos produtos e alguém, de outra máquina conectada ao banco, faz uma alteração em um destes valores. Neste caso, o que você tem localmente já não reflete mais o que está armazenado no banco e, portanto, estará trabalhando com valores desatualizados. Se você for fazer algum lançamento de estoque onde envolva valores, por exemplo, estará realizando uma operação incorreta que prejudicará mais adiante em uma consulta de movimentação de produtos.

Em relatórios, sempre que o usuário pede para exibir as informações eu costumo limpar o cache (utilizando FCacheValores.Clear) para garantir que, caso entre a geração de um relatório e outro o valor do banco tenha mudado, eu esteja com os dados atualizados localmente. Veja um exemplo de uso desta função:

Exemplo de utilização do Cache
Função que implementa o uso do cache

É isso ae. Adapte esta idéia à sua situação.

Até +

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Jun 14 2007

Função Explode do PHP em Delphi

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Delphi

Mais uma dica pra quem vem de outras linguagens e não encontra no Delphi o que estava acostumado a usar.

A função Explode do PHP divide uma string em várias outras conforme um separador qualquer. Por exemplo, a string “teste1;teste2″ explodida utilizando o separador “;” retorna um array de strings onde na primeira posição está a palavra “teste1″ e na segunda “teste2″.

Em Delphi eu criei algo semelhante:

Função Explode em Delphi

Download do código fonte

Existem algumas diferenças entre a minha implementação e a oficial do PHP. A idéia não era fazer um clone, mas sim uma adaptação, de tal forma que o resultado final (uma lista de strings) pudesse ser obtido a partir de um conteúdo qualquer (strings separadas por algum delimitador).

Para utilizá-la basta fazer como no exemplo abaixo:

Exemplo de uso da função Explode em Delphi

Até +.

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Jun 14 2007

Operador IF ternário em Delphi e C#

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: .NET, Delphi

Quem usa o Delphi 4, 5 ou 6 (talvez as versões mais novas também) deve sentir muita falta do if ternário. Este operador, além de dar mais produtividade durante o desenvolvimento da aplicação, torna o código final muito mais legível.

No livro 58+ Soluções em .NET o Thiago Fernandez fala sobre este operador no C#. Exemplificando o que ele definiu como Dado Travestido de Código, segue um breve trecho de uma solução implementada com o if normal e o equivalente com o if ternário:

Exemplo utilizando IF normal em C#
Exemplo em C# utilizando o if normal

Exemplo em C# utilizando o IF ternário
Exemplo em C# utilizando o if ternário

If ternário no Delphi

Infelizmente nas versões 4, 5 e 6 do Delphi (e talvez nas mais novas, como disse anteriormente) este operador não está disponível. Porém, existe uma maneira muito simples de simular ele.

Veja a função que utilizamos na empresa onde trabalho:

IF ternário em Delphi

Agora imagine a seguinte situação: você tem vários checkboxes em um formulário. Quando o usuário clica no botão salvar, o valor gravado no banco de dados deverá ser Sim para os checkboxes marcados e Nao para os não marcados. Com o if ternário isto pode ser facilmente resolvido assim:

Exemplo utilizando if ternário em Delphi

Sem a função iif você precisaria testar a propriedade Checked utilizando um if/then/else. Ou seja, teria algumas linhas a mais de código. Isto a princípio não prejudica em nada o código, mas imagine se você tiver 30 checkboxes. Vai fazer um if para cada um?

É isso ae.

Até +.

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Jun 13 2007

DVDs - Filmes sobre a África

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Uncategorized

E quem disse que é só com livros que se aprende? Uma forma tão ou mais agradável de estudar é assistindo um bom filme.

Se a pessoa que você pretende presentear não é muito fã de leituras, esta é uma ótima opção para agradá-la e de lambuja colaborar com o seu nível cultural.

Os filmes que eu recomendo desta vez são sobre a África. Este continente que há anos vive na miséria sustentada por atrocidades cada vez mais presentes, ainda sofre com guerras civis intermináveis e outros genocídios que a mídia traz à tona freqüentemente.

Abaixo a lista de filmes que eu já assisti e recomendado.

Diamante de Sangue

Sinopse segundo o site da Submarino:

Um ex-mercenário transformado em contrabandista (Leonard DiCaprio). Um pescador mende (Djimon Hounsou). No meio de uma guerra civil explosiva que toma conta de Serra Leoa em 1999, esses homens somam forças em duas missões desesperadoras: recuperar um raro diamante rosa, de imenso valor, e resgatar o filho do pescador, feito soldado ainda criança para se juntar às tropas rebeldes, que rasgam as belas e intocadas paisagens do país com uma trilha de sangue e tortura. Dirigido por Edward Zwick (Tempo de Glória, O Último Samurai), esta aventura atual e intensa se amolda a uma história humana e com muito sentimento sem perder ação, fazendo do filme um épico moderno de profundo impacto.

Filme Diamante de Sangue
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É um excelente filme. Tão bom ou melhor que O Senhor das Armas (próxima recomendação). Mostra ao espectador uma história que aconteceu há não mais de 10 anos e marcou profundamente a memória da população de Serra Leoa.

Mais informações:

  • Título original: Blood Diamond;
  • Gênero: aventura;
  • Duração: 138 minutos;
  • Ano de lançamento: 2007.

O Senhor das Armas

Há 550 milhões de armas de fogo no mundo. É uma arma para cada 12 pessoas. A única questão é: como armar as outras 11?

A frase acima é de Yuri Orlov (Nicolas Cage) do filme O Senhor das Armas. Empolgou? Eu garanto: o filme todo segue neste ritmo. Crítico e revelador, do início ao fim.

Veja a sinopse da Submarino:

Yuri Orlov (Cage) é um imigrante ucraniano que vai ainda criança com os pais para os EUA e, adulto, torna-se um poderoso traficante internacional de armas. Sua trajetória é acompanhada de perto por sua esposa, a belíssima Ava Fontaine (Bridget Moynahan) e perseguido sempre de perto pelo agente da Interpol Jack Valentine (Ethan Hawke) que quer colocá-lo atrás das grades.

Filme O Senhor das Armas
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Mais informações:

  • Título original: Lord of War;
  • Gênero: drama;
  • Duração: 122 minutos;
  • Ano de lançamento: 2006.

O Jardineiro Fiel

Sinopse segundo o site Adoro Cinema:

Uma ativista (Rachel Weisz) é encontrada assassinada em uma área remota do Quênia. O principal suspeito do crime é seu sócio, um médico que encontra-se atualmente foragido. Perturbado pelas infidelidades da esposa, Justin Quayle (Ralph Fiennes) decide partir para descobrir o que realmente aconteceu com sua esposa, iniciando uma viagem que o levará por três continentes.

Filme O Jardineiro Fiel
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Outra excelente obra que critica a indústria farmacêutica por realizar testes de medicamentos com os africanos. Eu tenho uma colega que estuda Farmácia na UFSC e dei este filme pra ela de presente de aniversário.

Mais informações:

  • Título original: The Constant Gardener;
  • Gênero: drama;
  • Duração: 129 minutos;
  • Ano de lançamento: 2006.

A Intérprete

O último, mas não menos importante ou interessante do que os outros, A Intérprete narra a mudança de vida de Silvia Broome (Nicole Kidman) após ouvir acidentalmente um plano de atentado prestes a acontecer na Assembléia das Nações Unidas.

Veja a sinopse completa da Submarino:

Silvia Broome (Nicole Kidman) é uma intérprete da ONU que, por acidente, ouve uma ameaça de morte feita a um chefe de estado africano, e que estaria sendo planejada para acontecer em plena assembléia das Nações Unidas. Mas como essa ameaça foi sussurrada num raro dialeto africano, poucas pessoas seriam capazes de compreendê-la, o que não é o caso de Silvia, que possui conhecimentos em vários idiomas. Por ter sido testemunha dessa ameaça, Silvia vê sua vida mudar radicalmente, passando a receber proteção do agente federal Tobin Keller (Sean Penn), um homem sisudo e melancólico que ainda sofre com a perda recente de sua mulher. Dessa relação entre protetor e protegida acaba nascendo uma amizade, embora Tobin encontre vários motivos para suspeitar da inocência de Silvia, ao investigar seu passado bastante misterioso.

Filme A Intérprete
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Mais informações:

  • Título original: The Interpreter;
  • Gênero: suspense;
  • Duração: 128 minutos;
  • Ano de lançamento: 2005.

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Jun 12 2007

Notebooks Acer: mobilidade e desempenho

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Uncategorized

Quando comprei o meu notebook tinha certeza da ótima escolha que estava fazendo, pois antes de comprá-lo li diversas reviews (duas delas aqui e aqui) sobre as marcas mais conhecidas.

A Acer sem sombra de dúvidas é uma marca de prestígio. Possui uma série de modelos que atendem as necessidades de todos os usuários. Além disso, os preços e as configurações das máquinas são compatíveis com os concorrentes de mercado.

Porém, devido a grande quantidade de modelos existentes, quando alguém procura um Notebook para dar de presente várias dúvidas surgem:

  • Qual o tamanho da tela devo escolher?
  • Qual é a melhor configuração?
  • O que devo considerar na escolha?

Todas estas respostas dependem muito do gosto do comprador. Abaixo segue a minha opinião e dicas sobre três modelos básicos para você dar de presente a alguém.

Desempenho excelente: Notebook com processador Core Duo de 1.66GHz e 512MB de RAM

É o notebook perfeito para quem depende de um para trabalhar. A tela mede 15.4″, que é o equivalente a 363 x 24 x 275 mm (largura x altura x profundidade) e o processador utiliza a tecnologia de ponta chamada Intel Core Duo, com núcleo duplo, que permite executar simultaneamente e com ótima velocidade várias tarefas e/ou aplicações.

Eu recomendo este notebook a um profissional ou estudioso da área, pois além da ótima configuração do processador, ele possui leitor e gravador de CD/DVD, HD de 80GB, dispositivo Wireless para conexão sem fio e vem com o Windows XP Profissional.

Veja uma imagem do notebook:

Notebook Acer 15.4″ Pentium Core Duo 1.66 512MB HD 80GB CD/DVD-RW
Notebook Acer 15.4″ Core Duo 1.66Ghz 512MB HD 80GB DVD/CD RW
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A especificação completa é esta:

  • Processador Intel Core Duo com 1.66Ghz;
  • Memória RAM de 512MB expansível até 2GB;
  • DVD e CD RW;
  • Windows XP Profissional;
  • 4 conexões USB 2.0;
  • Wireless (rede sem fio);
  • 1 conexão RJ45 (LAN).

Desempenho e mobilidade: Tela de 15″ com processador Intel Celeron M de 1.6GHz com 256MB de RAM

Este equipamento possui uma configuração que proporciona um bom desempenho alinhado a uma boa mobilidade.

Recomendo este modelo para alguém que não depende do notebook para trabalhar, mas que também não abre mão de ler notícias e e-mails, digitar textos, etc, em qualquer lugar.

Segundo uma pesquisa da DisplaySearch que aponta o padrão de vendas de notebooks, as telas com 15″ estão em segundo lugar entre as mais vendidas.

Este notebook pode ser considerado como meio termo no quesito mobilidade: não é exageradamente grande (tais como os de 17″, que eu particularmente não gosto) e nem tão pequeno.

O peso dele é de 2,6kg. Praticamente todos os modelos da Acer são muito leves e com pesos parecidos com o deste.

O tamanho do notebook é de 340 x 155 x 280 mm (largura x altura x profundidade). Veja:

Notebook Acer 15″ Intel Celeron M 1.6GHz 256MB HD 60GB DVD-R/CD-RW
Notebook Acer 15″ Intel Celeron M 1.6GHz 256MB HD60GB DVD-R/CD-RW
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Sua especificação completa é esta:

  • Processador Intel Celeron M 1.6GHz;
  • Memória RAM de 256MB;
  • HD de 60GB;
  • DVD-R e CD RW;
  • Wireless (rede sem fio);
  • 3 conexões USB 2.0;
  • 1 conexão RJ45 (LAN).

Desempenho e Mobilidade Extrema: Tela de 12.1″ com processador Centrino de 1.6GHz e 512MB de RAM

Eu daria um Notebook com uma tela de 12.1″, 1.6GHz de processamento e 512MB de memória RAM a um amigo ou conhecido que viaja muito, mas que não trabalha única e exclusivamente com o equipamento.

O tamanho da tela é excelente para quem procura mobilidade. Além disso, esse notebook pesa somente 1,460kg. É muito leve.

A configuração é modesta, porém suficiente para quem usa o equipamento para digitar textos, acessar a internet, ler e-mails, etc.

O tamanho do notebook é de 297 x 25 x 210 mm (largura x altura x profundidade). Veja:

Notebook Acer Centrino 1.73Ghz 512MB HD 60GB DVD/CD RW
Notebook Acer Centrino 1.73Ghz 512MB HD 60GB DVD/CD RW
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Sua especificação completa é esta:

  • Processador Intel Centrino 1.73Ghz;
  • Memória RAM de 512MB expansível até 2GB;
  • Placa de vídeo da Vga Intel com 64MB;
  • DVD e CD RW;
  • Windows XP Profissional em português;
  • Wireless (rede sem fio);
  • 3 conexões USB 2.0;
  • 1 conexão RJ45 (LAN).

E agora, compro ou não compro?

Eu não volto a utilizar um computador desktop tão cedo. Estou sempre na estrada e poder transportar todas minhas informações, documentos e arquivos em geral para onde vou, é algo extremamente confortável, pois não preciso ficar preso a um lugar caso tenha algum compromisso para resolver (vá para a beira da praia, na rede que fica na sacada ou no sofá da sala…).

Se você ainda tiver alguma dúvida sobre os modelos apresentados ou até mesmo outros, deixe um comentário que ajudarei a responder.

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