Aug 09 2008

Liberado Team Foundation Sidekicks 2.2

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Livros, VSTS

O Team Foundation Sidekicks (TFS) é uma ferramenta freeware de terceiros para administração do Microsoft Team Foundation Server. Ela fornece uma interface gráfica (GUI) que suporta as seguintes funcionalidades:

  • Status: gerencia o status de cada arquivo por usuário;
  • History: permite visualizar um histórico das operações de cada usuário;
  • Workspace: gerencia os workspaces de cada usuário;
  • Permission: gerencia as permissões de acesso ao servidor;
  • E mais: Code Review, Labels, etc.


Tela de permissões do Team Foundation Server

Enquanto a Microsoft não possui algo parecido (ou não compra este - é só uma questão de tempo) esta é uma ótima alternativa.

Mais informações e download da nova versão 2.2 estão aqui.

Uma ótima referência para leitura sobre o TFS é o livro do Marcus Garcia intitulado Visual Studio Team System: Team Foundation Server.


Confira o preço deste livro na Submarino ou na Brasport

Até +.

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Jun 05 2007

Livro 58+ soluções em .NET

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: .NET, Livros

Fábio Camara e o time de desenvolvimento avançado da ArchITettura escreveram esta excelente obra. Foi o meu primeiro livro sobre .NET e apesar de ser um pouco antigo, ainda possui soluções excelentes para os principais problemas que os desenvolvedores encontram no dia-a-dia.

Daniel Alves, Leonardo Gorgulho, Bruno Morozini, dentre outros, escreveram diversos artigos abordando desde a navegação através da tecla Enter até o desenvolvimento de aplicações utilizando WebServices.

Livro 58+ soluções em .NET
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Todas as dicas seguem o mesmo estilo: rápidas e práticas. Nada de voltas e voltas para chegar ao resultado. O negócio é resolver o problema de forma simples e eficiente.

Abaixo segue uma lista de algumas dicas que achei interessante e colaboram para resolver uma série de problemas que encontro todos os dias:

  • 6 - Calculando a diferença entre datas, página 25 (já comentei sobre isto aqui no blog);
  • 12 - Utilizando o system tray, página 59;
  • 29 - Download de arquivos no ASP.NET, página 151;
  • 32 - Autenticação no ASP.NET, página 165;
  • 51 - Validando cartões de crédito, página 279;
  • 59 - Implementando Drag and Drop em aplicações Windows Forms, página 337 (já escrevi um artigo sobre isto).

Enfim, é um livro prático e sem meio de campo: vai direto ao ponto. Apresenta um problema e logo em seguida a solução.

Vale a pena. O livro está disponível na Submarino: 58+ soluções em .NET. ;)

Até +.

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Apr 17 2007

ASP.NET Provider Toolkit e o livro NHibernate In Action

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: .NET, Livros

Quem trabalha com .NET e ainda não ouviu falar dos Providers pode voltar pro PHP 3.x.

A Microsoft liberou (e organizou um pouco também) uma excelente documentação sobre o assunto. Agora está disponível para download uma implementação para que a gente tome como exemplo ao escrever os nossos próprios providers.

Como eu uso o NHibernate, então o problema de criar a implementação específica para cada banco não existe (ah, vamos passar por cima de alguns detalhes). Se alguém tiver interesse em um provider usando o NH, tem um no Codeplex. Eu ia liberar o meu, mas antes disso resolvi buscar por algo parecido. Quando encontrei, desisti, afinal o que achei é mais completo.

Falando em NH, fiz uma pesquisa rapidinha agora e parece que novos projetos foram adicionados ao Codeplex. Tomara que dê uma guinada de vez, apesar de eu não botar fé, afinal o DLinq está chegando.

Ainda sobre o NH, uma ótima (e tardia) notícia: o livro NHibernate In Action está a caminho. As encomendas já podem ser feitas na Amazon pelo valor de $ 32.99.

Esse índio na capa seria uma tentativa de atrair os brasileiros que nem sequer sabem o que significa mapeamento objeto/relacional? Argh.

Até.

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Jan 24 2007

Quando Nietzsche Chorou: Recomendadíssimo!

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Livros

Se você é um programador, administrador ou qualquer outro “dor” que lê inúmeros livros e artigos técnicos por mês, mas quando deita na cama prefere livros mais leves, que propiciam o sono, não deixe de conferir o livro Quando Nietzsche Chorou, de Irvin D. Yalom.

Comprei essa obra há 17 dias e, acredite ou não, terminei de lê-la hoje. São 407 páginas emocionantes que tratam do nascimento da psicanálise.

Para quem gosta de um pouco de filosofia, história e ciência, o livro aborda alguns nomes consagrados, tais como Nietzsche, Schopenhauer, Freud e Breuer.

Quando Nietzsche Chorou
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Para saber mais sobre ele veja esse post.

Agora que terminei esse ótimo romance pretendo voltar as leituras para a história do Brasil. Acho que perdi muitos anos na escola desenhando ou dormindo na carteira. Não sei se o erro foi totalmente meu ao ignorar as aulas de história, ou se os professores têm parte da culpa por não terem me estimulado. Independente da causa, meus conhecimentos em história nunca foram satisfatórios. No entanto, consegui absorver muita coisa no último ano, desde que comecei a ler o livro História Concisa do Brasil, de Boris Fausto.

Para dar continuidade neste tema, comprei uma das consagradas obras de Sergio Buarque de Holanda, Raízes do Brasil.

Raízes do Brasil
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Sinopse conforme a loja Submarino:

Interpretação original da decomposição da sociedade tradicional brasileira e da emergência de novas estruturas políticas e econômicas. Visão inovadora que introduziu os conceitos de patrimonialismo e burocracia, explicando os novos tempos.

Juntamente com Casa Grande e Senzala (Gilberto Freyre) e Formação do Brasil Contemporâneo (Caio Prado Jr.), ambos recomendados por conhecidos e coincidentemente por uma resenha na loja Submarino, acho que posso construir uma boa base de conhecimento. Esses dois últimos vou comprar depois que acabar de ler o primeiro, se não fica tudo na gaveta e aí já era. ;)

É isso aí. Quem sabe um dia chegarei lá. Até +.

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Jan 07 2007

Trecho interessante do livro Quando Nietzsche Chorou

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Livros

Como postei anteriormente, estou lendo o livro Quanto Nietzsche Chorou. No capítulo 3, página 46, encontrei o seguinte trecho:

Com mais algumas perguntas, Breuer teve certeza da causa do problema do senhor Perlroth. A glândula prostática do paciente devia estar obstruindo a uretra. Restava uma única questão importante: o senhor Perlroth tinha um alargamento benigno da próstata ou um câncer? No exame do reto, Breuer não sentiu nenhum nódulo canceroso endurecido, encontrando em seu lugar um alargamento esponjoso e benigno.

Ok, até aqui é um pouco nojento (ah, vai dizer que não?), mas é suportável, afinal faz parte do ciclo de vida (nascer, crescer, fazer exame de próstata e morrer). No entanto, veja o início do próximo parágrafo:

Depois de ouvir que não havia indício de câncer, o senhor Perlroth irrompeu em um sorriso jubiloso, apanhou a mão de Breuer e a beijou.

Agora eu me pergunto: será que o doutor Breuer lavou a mão depois do exame? Argh!

Acho que o escritor (ou talvez o tradutor) poderia ter sido mais cauteloso para evitar uma interpretação deste tipo. Mas quem sou eu pra achar isso!

No mais, é um excelente livro que nas entrelinhas fala sobre a filosofia de Nietzsche e o nascimento da psicanálise.

Até +!

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Jan 06 2007

Livro: Quando Nietzsche Chorou, Irvin D. Yalom

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Livros

Voltei das férias hoje e sobre a minha mesa estava a mais nova aquisição: Quando Nietzsche Chorou, de Irvin D. Yalom.

Veja a resenha:

Esta é uma envolvente mescla de fato e ficção, um drama de amor, fé e vontade tendo por pano de fundo o fermento intelectual da Viena do século XIX às vésperas do nascimento da psicanálise. Friedrich Nietzsche, o maior filósofo da Europa… Josef Breuer, um dos pais da psicanálise… um pacto secreto… um jovem médico interno de hospital chamado Sigmund Freud: esses elementos se combinam para criar a saga inesquecível de um relacionamento imaginário entre um extraordinário paciente e um terapeuta talentoso. Na abertura deste romance irresistível, a inatingível Lou Salomé roga a Breuer que ajude a tratar o desespero suicida de Nietzsche mediante sua experimental terapia através da conversa. Ao aceitar relutante a tarefa, o eminente médico realiza uma grande descoberta: somente encarando seus próprios demônios internos poderá começar a ajudar seu paciente. Assim, dois homens brilhantes e enigmáticos mergulham nas profundezas de suas próprias obsessões românticas e descobrem o poder redentor da amizade.

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Em maio do ano passado (2006, só pra não haver confusão), foi lançada uma versão desta obra no teatro. A Folha tem mais detalhes:

O best-seller “Quando Nietzsche Chorou” ganhou versão para o teatro e sua estréia é nesta quinta (6) no Teatro Imprensa. O espetáculo tem no elenco Cássio Scapin (Friedrich Nietzsche), Nelson Baskerville (Josef Breuer), Lígia Cortez (Mathilde) e Flávio Tolezani (Freud). Além de uma participação especial em vídeo de Ana Paula Arósio (Lou Salomé).

Esse Cássio Scapin é o famoso Nino do Castelo Rá-Tim-Bum. Ele participou de uma entrevista no programa do Jô e falou sobre a obra. O cara parece ser fera!

Assim que acabar de ler faço um comentário sobre ele.

É isso aí! Até +.

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Oct 10 2006

O açúcar barreado

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Livros

Dando continuidade à seqüência de posts sobre o livro História Concisa do Brasil (Boris Fausto), vou escrever sobre a produção brasileira de açúcar durante o período colonial.

Nas décadas de 1530 e 1540, a produção açucareira consolidou-se no Brasil. Portugueses, italianos e flamengos (holandeses) vieram ao nosso país com o intuito de dar continuidade e melhorar a produção deste “alimento/remédio/condimento” (sim, ele era usado para todas essas finalidades).

Pelos motivos mais diversos (clima, localização, etc.) Bahia e Pernambuco foram os grandes centros açucareiros da Colônia.

O barreado do título surgiu da utilização do barro na preparação do açúcar. Enquanto alguns países europeus utilizavam refinarias para obter o açúcar branco, o Brasil, como não possuía nenhuma, utilizava o barro. Apesar disso, não era considerado um produto de má qualidade.

Foi justamente nessa época que houve a passagem da escravidão indígena para a africana. Em 1574, por exemplo, os africanos representavam 7% da força de trabalho escrava. Já em 1591, eram 37%, e, aproximadamente em 1638, africanos e afro-brasileiros (pessoas com ascendência africana) compunham a totalidade da força de trabalho.

Durante todo o período colonial do país, o açúcar foi o principal produto a ser exportado. Levou vantagem até mesmo em relação ao ouro. Em 1760, por exemplo, 50% do valor total das exportações era referente ao açúcar, contra 46% do ouro.

É isso aí. Antes de consumir açúcar, leia.

Até +.

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Oct 02 2006

Os índios são "sussi"

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Livros

Tá ligado? Os índios tão sempre na boa. De acordo com o livro que estou lendo (História Concisa do Brasil), os índios há muito tempo também foram escravos.

Mas isso não é o foco desse post. Vou escrever sobre o porquê dos índios terem deixado de ser escravos. Segundo Boris Fausto (autor do livro), existem basicamente dois motivos:

1. O comércio internacional de escravos (África) era um negócio tentador. Além da força de trabalho, era uma fonte de grandes riquezas;

2. Os índios tinham uma cultura incompatível com o trabalho pretendido pelos europeus: intensivo e compulsório. Eles faziam somente o necessário para garantir o sustento. Muito de sua energia era empregada nos rituais, celebrações e guerras. Por estes motivos, não estavam acostumados com o trabalho contínuo.

Tendo em vista essa cultura indígena, a Igreja resolveu entrar em ação. Através do ensino, tentou educar os índios a serem “bons cristãos”. Como vocês já devem imaginar, ser “bom cristão” significava adquirir os hábitos de trabalho dos europeus. Alguns padres nem consideravam os índios como pessoas, tanto é que o padre Manuel da Nóbrega disse: “índios são cães em se comerem e matarem, e são porcos nos vícios e na maneira de se tratarem”.

Claro que além da Igreja houve outra tentativa de moldar os índios à maneira desejada: a escravização pura e simples por parte dos colonos.

E os índios? O que fizeram? Eu respondo: morreram. Lutaram, fugiram e, principalmente, morreram vítimas de doenças como sarampo, varíola, gripe (!!), etc. Entre 1562 e 1563, por exemplo, morreram aproximadamente 60 mil índios por esse motivo.

Ta aí mais um ponto interessante da nossa história.

Até +.

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Sep 25 2006

Brasil: Terra dos Papagaios, disputada também pelos Franceses

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Livros

Logo após a descoberta do Brasil em 1500 muitos nomes apareceram, dentre eles Terra dos Papagaios. Obviamente nosso país era rico em papagaios (araras também).

Mais em frente um rei chamado Dom Manuel (de onde mesmo? ;)) resolveu apelidar nosso país de Vera Cruz. Não durou muito, logo em seguida chamou de Santa Cruz.

Somente a partir de 1503 é que começamos a ser conhecidos por Brasil. Este nome está associado a uma das nossas maiores riquezas: o pau-brasil.

Sobre os franceses (do título), eles não estavam muito felizes com os tratados entre Portugal e Espanha sobre a divisão do mundo. Para eles uti possidetis, ou seja, era possuidor de uma área quem realmente a ocupasse.

Já naquela época existia algo chamado pirataria. Os franceses a praticavam ao longo da costa brasileira explorando o pau-brasil.

Pronto! Fica aí o resumo do que li esta noite.

O Brasil Colonial - Capítulo I - Livro História Concisa do Brasil

T+

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Sep 25 2006

A busca portuguesa por condimentos

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Livros

Muito se fala sobre a exploração do ouro brasileiro pelos Portugueses logo após o descobrimento. Entretanto, eu nunca havia lido algo sobre a exploração de pimenta!

Segundo o livro História Concisa do Brasil (Boris Fausto), a pimenta era utilizada para tornar tragável a carne que seria consumida. O motivo é que grandes quantidades de gado eram abatidas no início do verão e a carne era armazenada precariamente, chegando a apodrecer. É aí que a pimenta entra: ela disfarçava o gosto de podre.

Nojento heim? Só pra complementar, o ouro era utilizado como moeda, em decorações de templos e palácios e na confecção de roupas.

Até +.

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