Todos os posts e artigos sobre Tecnologia

Já pensou em poder criar o seu próprio carro? E interagir com a API dele?

Publicado por Marcos Dell Antonio em 18/05/2009 | Tecnologia

Calma. Isso ainda não é possível. Porém, enquanto a Nike já possui uma área exclusiva do site para a criação de tênis personalizados, existem pessoas pensando exatamente nessas funcionalidades só que num contexto muito mais complexo e amplo: a personalização de um carro.

Achei interessante e reproduzo aqui um trecho da entrevista do Don Tapscott publicada no site da Info Exame:

Indústrias tradicionais, como a automotiva, podem atender a demanda de produtos personalizados?

O caminho para a indústria automotiva pode ser copiar o que já tem sido feito por empresas de calçados. Eu mesmo criei um par de sapatos para golfe usando o site da Nike. No caso dos carros, eles precisam deixar que o consumidor se envolva antes no processo de criação, para determinar características do carro. Eles também poderiam abrir as APIs que estão presentes nos computadores de bordo dos carros. Isso criaria espaço para que os consumidores usassem os carros também como ferramentas para diversão, aprendizado e trabalho. Afinal, as pessoas passam bastante tempo dentro dos automóveis e esse período poderia ser mais bem aproveitado.

Eu nunca havia pensado nisso, mas faz o maior sentido. Imagina se pudéssemos criar aplicações para interagir com a parte mecânica do carro, algo parecido com um menu onde fosse possível disparar comandos através de uma API, preferencialmente rodando sobre o .NET Compact Framework :).

Ao pensar um pouquinho sobre o assunto é fácil descobrir porque isso ainda não existe. Primeiro temos o problema da segurança, afinal quem garante que tudo vai funcionar do jeito certo, já que um portal com addins para carros teria os mesmos problemas que o Codeplex ou SourceForge (softwares com bugs, por exemplo).

Outro ponto é o dinheiro. No Brasil um carro que armazena o perfil do usuário (posição dos bancos, retrovisores, volante, etc) custa mais porque possui esta função. Agora imagine que com uma API de desenvolvimento uma funcionalidade dessas seria trivial. Teríamos muito mais opções.

Chega de carros estáticos. Se até a web já é colaborativa, os carros têm que ser também!

Até +!

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Você sabe como andam as suas contribuições ao INSS?

Publicado por Marcos Dell Antonio em 29/04/2009 | Tecnologia

Esse é um assunto que parece ser off-topic mas não é. A partir do mês que vem, provavelmente do dia 5 em diante, os correntistas do Banco do Brasil poderão acessar online ou nas agências o Extrato de Informações Previdenciárias. Ok, o que é isso? É um resumo de todas as suas contribuições ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

inss

O objetivo do serviço é dar mais transparência e agilidade aos trabalhadores e beneficiários. Eles não precisarão mais ir até uma agência do INSS para obter tal informação. No total, estará disponível para consulta o extrato de 78 milhões de pessoas vinculadas ao Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS).

A empresa por trás disso tudo é a Dataprev, que fornece soluções de TI para diversos órgãos públicos, dentre eles o Ministério da Previdência Social (MPS),  Ministério do Trabalho e Emprego (MTE),  Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS),  etc.

É a tecnologia da informação indo além dos bits e bytes e realmente facilitando a vida das pessoas.

Por hoje é só. Até +.

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Web Standards valem a pena financeiramente?

Publicado por Marcos Dell Antonio em 25/03/2009 | Tecnologia

Uma web padronizada e muito bem pensada com certeza é o desejo de muitos. Entretanto isso não é o suficiente para que os Web Standards se tornem realidade. Nos dias de hoje o que interessa é dinheiro, grana, money, ou em outras palavras e com um termo muito mais moderno Return on Investment (ROI), que no bom português significa Retorno do Investimento.

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Se você falar para um executivo, CIO, CTO, etc que Web Standards é bom porque todo mundo fala, ele com certeza irá te dizer para deixar de escutar os outros e fazer o seu trabalho. O fato é que precisamos de argumentos sólidos e que realmente justifiquem o investimento neste tipo de tecnologia. Foi pensando nisso que eu resolvi escrever este post sobre o artigo Web Standards: Where the ROI is publicado no site do MIX09.

Segundo o artigo, web designers e desenvolvedores falam muito de Web Standards, mas e as pessoas que assinam os contratos de pagam as contas, o que elas pensam disto? Sabem o que é? Será que os padrões web são só mais um item que deve ser pago ou isso agrega algum valor ao projeto? Por que a Microsoft está investindo tão forte neste assunto e tornando seus principais produtos compatíveis com os padrões?

De acordo com Molly Holzschlag a resposta pode ser resumida em seis termos, dos quais três me chamaram a atenção. O primeiro deles é o Future-Proof Your Investment. Neste caso, é importante saber que a web é uma plataforma universal e continuará sendo suportada e mantida durante muito tempo. Ao usar Web Standards, você garante que seu sistema irá sobreviver no futuro, pois continuará sendo compatível com a evolução das tecnologias.

O outro ponto que destaco é o Search Engine Optimization, ou SEO como normalmente é conhecido. Muito provavelmente este é o argumento mais forte para utilizar Web Standards, pois se você usa o HTML, CSS, Java Script, etc de acordo com os padrões, um mundo de oportunidades surge com o SEO. Os sistemas de pesquisa encontram com muito mais facilidade os termos chave do site para que ele seja indexado da maneira correta.

google-marketing

Conheça mais sobre SEO com o livro Google Marketing que
está disponível na Submarino ou no Buscapé

Por último e não menos importante temos o Improved User Experience. Através dos Web Standards os sites conseguem ser efetivos, ou seja, simples e fáceis de usar. Além disso, tornam-se mais rápidos que os sites escritos fora da padronização. O fator positivo é que isso ajuda o usuário a encontrar o ele precisa e, além disso, deixa-o satisfeito com o serviço prestado.

Por hoje é só. Até +.

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ArqCast Brasil

Publicado por Marcos Dell Antonio em 21/03/2009 | Tecnologia

Faz alguns meses que está no ar o portal ArqCast Brasil, um lugar onde você encontra muito conteúdo em vídeo sobre arquitetura de software e tecnologias da Microsoft em geral. Por fazer parte do portal Channel9 o ArqCast segue a mesma idéia, ou seja, learn by listening (aprenda ouvindo).

Waldemir Cambiucci, Otavio Pecego e Markus Christen são só alguns dos grandes nomes que fazem parte deste portal. Outro aspecto muito interessante são os assuntos discutidos que basicamente abrangem o que há de novo na comunidade, como por exemplo SCRUM, Windows Azure, Software como serviço (SaaS), etc.

Já acompanho há muito tempo o blog e as palestras do Waldemir e do Otavio, portanto posso garantir que eles têm muito a dizer sobre arquitetura.

Até +.

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Como renomear uma pasta/tag no Google Reader

Publicado por Marcos Dell Antonio em 28/02/2009 | Tecnologia

Essa é velha mas merece um post.

O Google Reader é um dos mais famosos leitores de RSS e derivados. Basicamente você consegue acompanhar todos os sites de notícias, blogs, etc em um só lugar. É literalmente um agregador, como é chamado na maioria das vezes.

greader-logo

Conheça o Google Reader

Para manter a lista de sites organizada o Google Reader permite que o usuário agrupe os links em pastas (ou tags, é a mesma coisa). O detalhe aqui é que não existe uma opção para alterar o nome de uma pasta. Procurando um pouco na internet achei uma soluçaio muito criativa.

Elena Santos do blog OnSoftware descreveu os passos de uma maneira bem prática. Basicamente você deve acessar a lista de inscrições (no Google Reader clique em Manage subscriptions e depois na aba Subscriptions) e seguir os passos abaixo:

  • Aplique um filtro pelo nome pasta que deseja renomear;
  • Selecione todas as inscrições clicando em Select all subscriptions;
  • Clique na opção Change folders de uma inscrição qualquer e crie a pasta nova;
  • No campo More Actions em Add to folder escolha a pasta nova e em Remove from folder escolha a pasta antiga.

Percebeu o que aconteceu? Foi criada uma pasta nova, removida a antiga e todas as inscrições cadastradas na pasta antiga foram movidas para a nova. Ótima idéia!

Fonte: How to: Rename folders in Google Reader

Aproveito a oportunidade para fazer um pedido: quais são os melhores sites sobre tecnologia que você acessa? Não precisa passar a lista completa, basta enumerar alguns para que eu possa adicionar no meu agregador.

Ah, e se você ainda não usa um agregador de sites está mais do que na hora de conhecer um. Quem já tem uma conta no GMail pode aproveitar a mesma para o Google Reader. Se não tiver ou quiser saber mais, o site Tableless publicou um ótimo post sobre o assunto e com outras opções de agredadores.

Até +.

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Viewers para Word, PowerPoint e Excel

Publicado por Marcos Dell Antonio em 25/02/2009 | Tecnologia

A Microsoft possui um conjunto de aplicativos para visualizar documentos criados com o Word, PowerPoint e Excel. Para cada uma dessas ferramentas existe um respectivo Viewer, que é quem possibilita a visualização de um documento escrito em um formato específico.

office1

Atualmente os viewers disponíveis são:

Word Viewer - suporta os seguintes formatos:

  • Word Document (*.docx)
  • Word Macro-Enabled Document (*.docm)
  • Rich Text Format (.rtf)
  • Text (.txt)Web Page formats (.htm, .html, .mht, .mhtml)
  • WordPerfect 5.x (.wpd)
  • WordPerfect 6.x (.doc, .wpd)
  • Works 6.0 (.wps)
  • Works 7.0 (.wps)
  • XML (.xml)

Excel Viewer - formatos suportados:

  • Microsoft Office Excel 2007
  • Microsoft Office Excel 2003
  • Microsoft Excel 2002
  • Microsoft Excel 2000
  • Microsoft Excel 97

PowerPoint Viewer - suporte para:

  • Microsoft Office PowerPoint 2007
  • Microsoft Office PowerPoint 2003
  • Microsoft PowerPoint 2002
  • Microsoft PowerPoint 2000
  • Microsoft PowerPoint 97

Agradeço ao Cássio pela dica!

Até +.

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Como testar seu web site em diversas versões do Internet Explorer

Publicado por Marcos Dell Antonio em 09/02/2009 | Tecnologia

escrevi há algum tempo sobre o Multiple IE, que em poucas palavras é uma maneira de rodar diversas versões do Internet Explorer na mesma máquina sem depender do Virtual PC.

Hoje navegando por alguns links de blogs conhecidos encontrei uma alternativa muito interessante. A Microsoft disponibilizou na MSDN algumas imagens para Virtual PC com a instalação das versões 6, 7 e 8 do Internet Explorer.

Para quem não costuma utilizar ferramentas de terceiros ou tem alguma dificuldade com isso, a alternativa das máquinas virtuais é muito válida. O único detalhe é o tamanho delas que no total chega a quase 4GB.

Até +.

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Microsoft - Fix it for me

Publicado por Marcos Dell Antonio em 07/02/2009 | Tecnologia

A Microsoft incorporou recentemente na sua Base de Conhecimento uma ferramenta chamada Fix it. A idéia é automatizar o processo de correção de um problema com base na solução descrita em um artigo. Em outras palavras, o usuário só precisa de alguns cliques para resolver o problema.

Em um futuro próximo esta ferramenta será incorporada no Windows. Imagino que para qualquer erro do sistema com uma solução catalogada o usuário só precisará de alguns segundos para resolvê-lo.

Pensando um pouco mais além, talvez outros sistemas corporativos poderiam se comportar desta maneira também. A empresa que desenvolve o software, por exemplo, poderia ter uma base de conhecimento e para cada erro detectado no cliente um mecanismo de correção automática seria acionado. Simples?!

Até +.

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Microsoft lança CMS/Blog Engine Open Source

Publicado por Marcos Dell Antonio em 10/12/2008 | .NET, Blogging, Tecnologia

Uau!

Como diria meu amigo Cássio Eskelsen: “a Microsoft não é mais a mesma”. Explico: já era aquele tempo onde criar software era trabalho entre quatro paredes e poucos desenvolvedores.

Os tempos são outros. Agora quem faz as regras é a comunidade e quem participa do jogo também é a comunidade. Com este modelo de criação de produtos a Microsoft com certeza bate de frente com grandes nomes de diversas áreas.

A última novidade open source e que provavelmente caminhará aos gostos da comunidade é o Oxite, um sistema de gerenciamento de conteúdo focado na criação de web sites e blogs. Dois pontos importantes: é open source e compatível com os padrões web. Além disso, foi construído usando recursos do ASP.NET MVC.

Ainda não tive a oportunidade de baixar os fontes e testar, mas com certeza vou fazer isso em breve e escrevo um post sobre o assunto. Eu conheço muito bem a engine do wordpress que é desenvolvida em PHP e utiliza recursos de URL Rewriting (um dos pontos fortes do MVC), então o comparativo será muito interessante.

Por hoje é só.

Até +.

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Internet Explorer 8 e a tecnologia Loosely Coupled

Publicado por Marcos Dell Antonio em 23/11/2008 | Tecnologia

O Internet Explorer 8 (IE) já está em fase beta e foi liberado para a comunidade recentemente. Um dos recursos inovadores é o Loosely-Coupled IE (LCIE) que permite rodar cada aba do navegador em um processo separado.

O LCIE é a base para um grande avanço deste navegador: a possibilidade de continuar trabalhando normalmente quando uma das abas travar. No IE 7, por exemplo, se uma das abas abertas sofre algum problema todo o browser precisa ser reiniciado. No IE 8 com o recurso LCIE somente a aba com problema será afetada e o navegador continuará funcionando normalmente.

Além disso, o LCIE também possibilitou a criação de outro recurso chamado Automatic Crash Recovery, que possibilita o IE 8 recuperar-se rapidamente de algum problema ocorrido.

Hoje tive a oportunidade de ver o LCIE funcionando na prática. Ao acessar o portal Microsoft Connect e tentar fazer o download de uma imagem para um post do blog aconteceu o seguinte:

Se fosse no IE 7 ao clicar no botão Close program eu teria que esperar o IE fechar e todas as abas abertas fechariam junto. No IE 8 as duas tecnologias descritas acima entraram em ação. A primeira delas garantiu que o navegador não fosse fechado e a segunda recuperou a aba com problema, ou seja, em poucos segundos eu estava com a página reaberta na minha frente.

Não deixe de conferir também o post do Scott Hanselman que explica com mais detalhes como funciona o LCIE. Ele discute inclusive o Chrome e faz uma comparação entre os dois navegadores e os modelos utilizados para gerenciar as múltiplas abas.

Por hoje é só.

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