Apr 30 2008

Amazon WebStore

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Cotidiano, Tecnologia

Não sei se todos já conhecem, mas recentemente a Amazon passou a oferecer um serviço de Loja Online. É o tal do Amazon WebStore.

Conheça a Amazon WebStore

Funciona assim: você paga $ 59.99 por mês e mais 7% de comissão sobre as vendas. Com isto, pode ter quantas lojas online quiser, sendo que elas serão hospedadas nos servidores da Amazon e contarão com toda a tecnologia e know-how (disso ninguém fala, mas conta pra caramba) da equipe de um dos sites de vendas mais famosos dos últimos tempos.

Mas e o que eles querem com isso? Arrumarem concorrentes? Não sei, mas o certo é que mais uma enxurrada de lojas virtuais serão abertas nos próximos dias.

E viva a tecnologia, que dá oportunidades a todos. E viva a picaretagem, que se aproveita delas.

Até +.

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Jul 17 2007

Eu só acredito vendo! … Então veja!

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Cotidiano, Tecnologia

Quando li no blog do Henrique sobre o RobotReplay não acreditei que fosse tão sério assim. Até comentei discretamente com alguns amigos e colegas de trabalho. Coisa do tipo: oh, existe, nunca usei, dizem que é bom, mas vá saber.

Para os que ainda não conhecem, o RobotReplay é um serviço que permite gravar a interação que um usuário realizou ao visitar um determinado site. Sim! Ele grava clicks, sroll, etc. Além de funcionar muito bem, o serviço é oferecido sem custo algum. Basta efetuar o cadastro, adicionar um java script no código fonte do site e aguardar as visitas.

Algumas horas após a “instalação” já pude conferir os resultados no site do serviço através da opção My Sessions. É tudo muito impressionante, coisa do tipo inacreditável pra quem nunca tinha visto algo parecido. Tá lá: tudo o que diversos usuários fizeram no meu blog ficou registrado.

A única questão que levanto em torno disto é a seguinte: quanto podemos (legalmente) saber da navegação dos nossos usuários?

Até +.

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Jun 16 2007

O Vitor ficou doido… Ou será que os doidos somos nós?

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Cotidiano, Tecnologia

Vitor Fernando Pamplona é um acadêmico de ciências da computação com bacharelado na Universidade Regional de Blumenau (FURB) e atualmente cursando o mestrado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Recentemente ele teve uma série de surtos.

Descobriu que Java não é a solução para todos os problemas. Passou a encarar o paradigma de orientação a objetos (OO) como uma opção e não mais uma obrigação. Entendeu que bons programas são desenvolvidos por bons programadores e não por boas ferramentas e/ou linguagens. Enfim, Vitor é uma metamorfose ambulante (definição atribuída por ele mesmo).

Pronto. Se você não conhecia o Vitor, agora já pode ter uma idéia de quem é o cara.

Agora sim, o meu post…

Depois que li o post Escolhas e Valores que o Vitor publicou recentemente, resolvi sintetizar as idéias dele e dos participantes (nos comentários) para ver se cai a ficha de mais alguém.

Ontem mesmo, aqui no meu blog eu postei um comentário que diz o seguinte:

(…) gostaria muito de ter um sistema utópico como todo javeiro sonha que tem. Aquele modelo de classes altamente atualizado, com baixo acoplamento, componentizado como manda o figurino e, o melhor de tudo, com um desempenho excelente.

Entende-se por Utopia a concepção de um estado perfeito. O Vitor atacou exatamente este ponto: tem muita gente achando que está resolvendo problemas e encontrando a melhor solução quando, na realidade, está criando outros mais complexos para serem resolvidos.

Por quê? Simplesmente por não abrir mão de um paradigma (seja ele OO ou procedural) ou uma técnica que os outros julgam mais apropriada.

Extraí do post do Vitor e dos comentários os trechos abaixo e acredito que você encontrará um certo sentido em todos eles:

(…) usar OO ou procedural, não faz diferença, quem faz a diferença são os teus programadores, se eles sabem distribuir o código ou não. (…) (Vitor, no post)

(…) novas tecnologias trazem novos problemas, já que como elas permitem mais coisas, os requisitos são sempre mais complexos (o que antes era só ‘deve funcionar’, agora deve atender a centenas de usuários simultâneos, seguro, distribuído, ser bonito, usável, acessível, performático e se possível, cheiroso). (…) (Tetsuo, primeiro comentário)

(…) neste momento eu considero que Java traz muito mais problemas do que soluções para a maioria das aplicações (exceto talvez as gigantescas). Talvez não traga mais problemas, mas os torna mais complexos de serem resolvidos. Sendo assim, fico com os mesmos problemas, mas com uma linguagem que me ajude a resolvê-los. (…) (Vitor, segundo comentário)

(…) Hoje em dia, qualquer desenvolvedor tem que se preocupar com muito mais coisas do que precisava a alguns anos atrás (…) . (Tetsuo, terceiro comentário)

(…) O que quero dizer é, tecnologias não são melhores ou piores simplesmente. Elas podem ser melhores ou piores em um determinado contexto, que envolve vários pontos, como objetivos, limitações, capacidade da equipe, etc. (…) (Tetsuo, terceiro comentário)

Se você analisar atentamente os comentários do Tetsuo e o post do Vitor, verá que ambos dizem praticamente a mesma coisa. A tecnologia existe. Está aí para resolver diversos problemas. Porém, cada caso é um caso e não existe generalização. A solução aplicada aqui pode não ser válida lá.

Então pare de tentar enfiar um quadrado em um buraco em forma de círculo. Não tente encontrar respostas onde só existem perguntas. Use a tecnologia ideal conforme a situação.

Nossa ciência realmente não é exata. :)

Até +.

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Jun 11 2007

Presentes Digitais

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Cotidiano, Tecnologia

Com este post inauguro um novo “serviço” deste blog: Dicas de Presentes Digitais.

Pretendo postar diversas dicas sobre produtos digitais (ou relacionados) que podem ser utilizados para presentear conhecidos em diversas datas comemorativas (dia das mães, dia dos pais, dia dos namorados, etc). Alguns itens que serão abordados:

Eu sempre tive uma enorme dificuldade para escolher presentes. Normalmente deixo para a última hora e inevitavelmente sigo o procedimento padrão: vou ao shopping e compro o que me desperta mais interesse. Porém, meus caros, é fato e senso comum que os preços praticados pelas lojas de shoppings são os mais salgados.

Nova categoria: Presente Digital

Por este motivo, acho que a indicação de presentes para datas comemorativas pode ajudar muito os indecisos a escolher um produto bom e acessível financeiramente. Além disso, espero divulgar ainda mais este blog e, conseqüentemente, aumentar as arrecadações a fim de torná-lo independente do meu salário (ele já custou, custa e vai custar ainda alguns caraminguás).

Todos os produtos anunciados serão de lojas confiáveis e onde consegui estabelecer uma parceria (os famosos programas de afiliados). Não sou eu quem vai vender coisa alguma. Somente vou usar minha experiência e conhecimento na área tecnológica para sugerir alguns produtos.

Acho que vai dar certo. Normalmente não compro algo logo que vejo. Gosto muito de pesquisar e descobrir o que tem de melhor ou semelhante. Só depois disso é que faço a compra.

É isto. Espero que gostem.

Até +.

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May 08 2007

E-mail num servidor e site em outro: Google Apps + Dreamhost

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Tecnologia

Recentemente fiz um registro na Dreamhost e tive o direito de escolher um domínio grátis. Como estava querendo registrar o dellantonio.net há um certo tempo, aproveitei a oportunidade.

Porém, fiz algo que não sabia que existia nunca tinha feito antes: direcionei todos os e-mails para o Google Apps, que fica, obviamente, em um dos servidores da Google e hospedei o site na Dreamhost. Veja bem: um mesmo domínio hospedado em locais diferentes.

Para fazer isso é relativamente simples. Você deve acessar seu gerenciador de domínios e alterar os servidores Mail eXchanger (MX) e o host de arquivos em si.

O MX é responsável pelo funcionamento dos e-mails. No meu caso, todas as mensagens enviadas para o domínio dellantonio.net serão redirecionados para o Google e, consequentemente, gerenciadas pelo utópico GMail.

No que diz respeito aos arquivos (blog, etc), ficarão na Dreamhost. Desta forma, quando alguém acessar www.dellantonio.net, é para lá que o usuário será enviado.

E sobre o Google Apps?

Se você ainda não conhece, ah, não perca tempo. Basta apontar o servidor MX para lá e pronto: seus e-mails serão acessados, hospedados e gerenciados pelo GMail.

Para acessar este e outros recursos, é preciso ter uma conta no Google, fazer o login no site do Google Apps e falar um pouco da sua empresa (se não tiver uma, fale de você mesmo). O processo de aviso quando a versão beta estiver disponível é fake. O registro é feito na hora e você já pode fazer todas as configurações que precisa.

É isso aí. :)

T+

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Apr 29 2007

Teamprise: acesse o Microsoft Team Foundation Server usando o Eclipse ou um Mac/Linux

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: .NET, Cotidiano, Tecnologia

O Teamprise é um conjunto de aplicações para acessar o Microsoft Team Foundation Server utilizando a IDE Eclipse ou o sistema operacional Mac/Linux. 

Além de poder ser instalado como um plugin para o Eclipse, também pode ser usado como um Explorer ou via linha de comando.

Ele requer o Java 1.4 e o Team Foundation Server 1.0. Se for utilizado como um plugin para o Eclipse, a versão da IDE deve ser igual ou superior a 3.0.

Até algum tempo atrás a única ferramente que possibilitava acesso ao Team Foundation Server (pelo menos que eu conhecia) era o Team Explorer, que é um plugin pro Visual Studio.

É bom ver esta integração. Quem sabe alguns colegas mudem de tribo. :)

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Apr 19 2007

Uma estaca no coração dos vampiros .NET

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: .NET, Tecnologia

O Orkut, site de relacionamentos que mais cresce no Brasil, foi escrito inicialmente em C#. Até aqui nenhuma novidade, afinal as páginas com extensão aspx demonstravam isso há muito tempo.

Porém, segundo uma entrevista com o criador do site, Orkut Buyukkokten (sim, o nome do cara é o nome do serviço, vai ver é por isso que não pegou nos EUA), o sistema teve que ser reescrito em Java.

Ham? Não entendeu? Isso mesmo. Na entrevista diz o seguinte:

Ontem, aqui na Abril, nós conversamos com o Orkut umas duas horas.  Ele contou que criou o site de relacionamentos em .Net – gosta particularmente de C# pela rapidez de programação – mas teve de passar para Java por ter a escalabilidade necessária.  A passagem de uma tecnologia para a outra durou um ano – daí as 80 horas por semana.

Pois então meus colegas, isso não é de arrepiar qualquer um? Eu nunca desenvolvi um sistema tão porreta quanto este pra saber até onde o .NET aguenta. Porém, durante todo o curso de graduação escutei gente falando do Java para estas situações.

Algo que me deixa com esperanças de que o .NET realmente segura o tranco são os serviços que a Microsoft implementa usando ele. A ”plataforma” Live, por exemplo, devem ter um número de acessos razoável.

Então, chego à mesma conclusão do Rafael Teixeira (texto retirado da lista Mono-Brasil):

Com certeza, o sr. Orkut poderia ter investido em uma solução própria de arquitetura distribuída baseada em .NET, mas o que você tem que levar em conta também é que a Google usa Java em praticamente TODOS os seus outros produtos web (como o eficiente GMail por exemplo) e portanto deve ter sido uma decisão de alinhamento tecnológico, tanto para o desenvolvimento como para a operação, mais do que uma decisão puramente técnica sobre os méritos da plataforma frente ao problema (aplicação a ser resolvido).

É isso ae.

Até +.

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Mar 21 2007

Plugins para inserir código fonte no Windows Live Writer

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Blogging, Cotidiano, Tecnologia

Na falta de sono não há coisa melhor a se fazer do que reavaliar algumas ferramentas do dia-a-dia. Normalmente isto leva a uma atualização ou até mesmo a troca de algumas. Pena que hoje não foi assim.

Vai e vem preciso publicar algum código fonte (C#, Delphi, SQL, etc) aqui no blog. Todos os que publiquei até hoje foram usando o plugin SyntaxColor4Writer (já falei sobre ele neste post). Porém, ele tem alguns incovenientes:

  • Não quebra as linhas automaticamente para evitar a desconfiguração do layout;
  • Não permite selecionar uma borda, somente a cor do background;
  • Copia e cola a tabulação exatamente como está no Visual Studio, o que às vezes é um problema, pois quando preciso copiar uma parte do código que está tabulada umas três ou quatro vezes, ele copia todo aquele espaço em branco junto.

Apesar disso, é ainda o melhor plugin que encontrei. Todos os problemas acima são solucionados facilmente. No meu ponto de vista, é o melhor da categoria.

Caso interesse, abaixo fica uma lista de plugins que avaliei há algumas horas e a minha impressão sobre eles.

  • Insert Formatted Clipboard: desenvolvido pelo NoahCoad (MVP), faz exatamente o que diz o nome: insere, utilizando formatação, as informações que estão no clipboard no Windows Live Writer(WLW). Suporta vários formatos, dentre eles: textos do Word, planilhas do Excel e, é claro, código fonte do Visual Studio. Não existe opção alguma de configuração. A única ação possível é copiar o conteúdo e clicar no plugin para colar no WLW.
  • Paste from Visual Studio: um pouco menos inteligente que o plugin acima, este serve somente para o Visual Studio. Basta copiar o código fonte para o clipboard e clicar sobre o plugin. Também não há opção alguma de configuração.
  • Code Snippet Plugin: à primeira vista é a solução para todos os problemas. Possui uma excelente janela de configuração com todas as opções necessárias (numeração de linhas, borda, cor no background, etc). Porém, na prática a coisa é diferente. Fiz alguns testes e infelizmente ele ignorou todas as definições e o que apareceu no browser foi somente o código fonte à moda antiga (em preto e branco).

Pois bem, como disse anteriormente, o negócio é continuar com o mesmo plugin. Estou usando uma versão antiga do WLW (1.0), pois há um certo tempo instalei a última e o SyntaxColor4Writer parou de funcionar. Fica aí a dica!

Só espero terminar logo esse TCC para quem sabe criar um Windows Live Writer que faz juz ao Live. Afinal, pra que serve Ajax? :-)

Até +.

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Mar 14 2007

Tem algo errado, digo, pesado na Microsoft…

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: .NET, Cotidiano, Mobilidade, Tecnologia

Não sei o que está acontecendo por lá, mas desse jeito tá impossível complicado de testar o que vem pela frente.

Grande parte das últimas liberações que fizeram tem tamanho estratosférico e como preciso praticamente de todas elas, acabei me ferrando. Não restou opção, tive que aguardar o download.

A última bomba que precisei foi quando me cadastrei no Codeplex pra fazer upload dos fontes do meu Trabalho de Conclusão de Curso. Infelizmente a única ferramenta que acessa o servidor é o Team Explorer, que pesa míseros 247.0 MB.

A lista de pesos pesados que encontrei nos últimos meses é esta:

- Service Pack 1 do Visual Studio 2005: 431.7 MB;
- Orcas - CTP de Março/2007: 4456.0 MB;
- Team Explorer: 247.0 MB
- DirectX SDK de Fevereiro/2007: 432.0 MB;
- XNA Game Studio Express 1.0: 81.1MB (requer o Visual C# 2005)
- Windows Mobile 6 SDK: 538.8 MB

Haja banda pra baixar isso tudo. Será que nos EUA a coisa tá tão boa assim? Chuta um pouco pra cá!

Até +.

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Mar 12 2007

Quantos acadêmicos são necessários pra escrever um artigo?

Autor: Marcos Dell Antonio - Categorias: Cotidiano, Tecnologia

Lendo a SQL Magazine deste mês, edição 40, encontrei um artigo intitulado “phpPgAdmin - Uma ferramenta para gerenciamento do PostgreSQL via web”.

Infelizmente o tempo de almoço estava no final e não tive como ler o artigo, a não ser o nome dos quatro autores, todos eles estudantes ou professores de uma universidade.

Então surge a dúvida: quantos acadêmicos são necessários para escrever um artigo?

Não há nada contra os autores, muito menos contra a revista ou universidade, afinal sou acadêmico também. Simplesmente fiquei me perguntando como é que quatro pessoas conseguem colaborar para um mesmo artigo de seis páginas, muito bem ilustradas.

Sei que nesse mundo acadêmico qualquer pitaco já pode levar um cidadão para a lista de autores/co-autores, mas achei que isso só acontecia com artigos científicos (aqueles com pesquisa, pesquisa, pesquisa e muito mais pesquisa).

Na minha mais pura e simples opinião, acho que no máximo dois currículos são o suficiente para engordar com um artigo técnico.

Até +.

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